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Antropologia

Aqui interessam-nos os conceitos clássicos dos estudos antropológicos sobre  parentesco, as teorias da descendência e da aliança, bem como as discussões sobre as mutações dos sistemas contemporâneos de parentesco.

Parceria:
Igor José de Renó Machado (Professor na Pós-graduação em Antropologia da UFSC. Pesquisas sobre as transformações nas estruturas de parentesco em contextos de migração transnacional brasileira e de imigração internacional)

Psicologia Social

As mutações contemporâneas da família são evidenciadas por diversos fatos sociais, tais como a recente aprovação do matrimônio gay em 17 países, inclusive o Brasil; o estabelecimento e consolidação dos estatutos de direitos das crianças e adolescentes; as mudanças oriundas de demandas vindas dos movimentos feministas; os avanços da ciência no campo da reprodução assistida com a construção de bancos de esperma e óvulos, responsáveis por fecundação por doadores anônimos ou não, etc.

Parcerias:
Em construção.

Comunicação Social

Se o não-dito, o não-revelado têm uma função estruturante na família, ao constatar que nossa contemporaneidade é marcada por intensa comunicação social, por uma exposição exacerbada do que é íntimo, privado, particular, esse modo de funcionamento nos permite indagar se não têm sido os modos de gozo que têm estruturado e regido os laços sociais contemporâneos. Com que conseqüências, com quais implicações?
O acompanhamento das fotografias, das várias imagens da família, clássicas e contemporâneas, presentes no cinema, na midia, nas redes sociais, etc., levam o tema *família, parentalidade e parcerias sintomáticas* para a parceria com as Comunicações Sociais.

Parceiro:
André Melo Mendes (Depto de Comunicação Social da UFMG), com pesquisas sobre a fotografia, bem como sobre a complexidade do objeto artístico.

História

BURGUIÈRE et all (1986), autores da Histoire de la famille, observam como ela contribui na diversificação das redes de parentesco. No novo contexto, termos como “desordens das famílias” (FARGE E FOUCAULT, 1982/2014) “metamorfoses do parentesco” (GODELIER, 2010) “transformações familiares” (FLEISCHER, 2003/2004) “família em desordem” (ROUDINESCO, 2002/2003) ganham os debates e pesquisas, ao lado de outros tais como “rede de afetos”, “combate ao tradicionalismo”, “direito das minorias”, etc.

Acompanharemos essas mutações familiares, bem como o modo como elas são trazidas na historia da arte e no debate da intermidialidade.

Parceria:
Marília Andrés Ribeiro (Departamento de  Historia (UFMG) | Coordenadora Arte Projetos Culturais, Brasil | Conselheira da Revista UFMG).